Sua empresa está preparada para o home office?

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Quando criamos a Creditway, há vários anos, idealizamos um modelo de trabalho muito similar ao de home office. Onde nossos operadores poderiam trabalhar de qualquer local, e tivessem um monitoramento automatizado constante. Para isso ser possível, foi preciso investir bastante em tecnologia objetivando acompanhar a produção a distância sem diminuir a produtividade. Liderar e administrar a distância é bem diferente, exige que a tecnologia aponte as deficiências e gargalos, para que sejam tomadas as providências o mais rápido possível. A comunicação precisa ser direta e bem padronizada.

Hoje, o estilo de home office foi adotado por várias empresas “no susto” devido a pandemia. Ela irá acabar em breve, mas as empresas parecem que gostaram deste novo estilo de trabalho. Vários segmentos pretendem continuar pelo menos com parte da equipe neste regime. A jornada remota se revelou mais produtiva e econômica. Até os bancos vão seguir por este caminho. Hoje há 230 mil funcionários de bancos trabalhando em casa desde a segunda metade de março. Uma parcela desse contingente passará a trabalhar de Home Office. Estudos preliminares apontam para uma economia de até R$ 180 milhões por ano em despesas só com imóveis, entre aluguel e manutenção. Nos segmentos de imobiliárias, essas tendências fizeram diminuir também a procura por apartamentos e aumento por casas residenciais.

Lembrando que eficiência e produtividade é ponto de corte para uma empresa ou produto se manter no mercado hoje. Com o aumento do fluxo de automóveis aumenta também o tempo perdido no trânsito. Com o aumento da população aumenta o custo de ter ou alugar um imóvel. Esses são apenas alguns exemplos de como é custoso ter uma estrutura que concentre a mão-de-obra de uma empresa. Um dos textos anteriores, publicados aqui no blog, falamos que nas guerras é onde mais surge novidades e ideia criativas. Isso é fato! Pois bem, podemos entender essa pandemia como uma guerra, e pode ter certeza, que seremos bem diferentes depois dela. Uma das diferenças será essa a forma de trabalhar que adotamos. As regras e normas irão precisar se adequar também a essa nova realidade. Na verdade, projetos pilotos de trabalho a distância já vinham sendo conduzido pelos bancos, mas os testes de eficiência se limitavam a poucas centenas de pessoas. Agora, o emergencial, esse susto, deu uma oportunidade para todos nós e empresas, de olhar para dentro, e ver onde pode haver ganhos de eficiência.

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