Se precisa escolher um caminho para se reinventar, foque na abundância, não na escassez

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Se tem uma coisa que aprendi na vida é que tudo pode ser uma oportunidade para recriar ou reinventar algo, absolutamente tudo! Muita coisa é recriada apenas quando se estabelece um caos total e no reagrupamento dos cacos renasce uma forma ainda melhor, em algumas situações fica até difícil estabelecer um vínculo com a forma anterior.

Ainda não sabemos quando tudo isso vai passar. Mas sabemos que vai. Ou, ao menos, que teremos de achar um novo “normal”. Em ritmo de isolamento, dedique um tempo para pensar em como recomeçar estudos, empresa, carreiras, relacionamentos e a vida que a pandemia colocou em compasso de espera.

Fazendo uma transposição para o que estamos vivendo: se você pretende retomar sua vida quando o isolamento passar, melhor já pensar desde já, no que vai fazer (e como). Claro que muitas coisas não funcionam mais como antes. Saídas e soluções conhecidas podem não mais funcionar. Eis o desafio: criar os novos jeitos de sonhar, de realizar e de reinventar.

Para os muitos pessimistas pensam assim: o mundo acabou, nunca mais será o mesmo. E os muito otimistas assim: não vejo a hora de tudo voltar a ser como antes. A maior mudança está na necessidade de exercitarmos um talento que, até hoje, não era tão requisitado: O DE SERMOS REALISTAS. Eu tenho um jeito bem pragmático de fazer isso: escrevo tudo, anoto os desafios, quais habilidades eu tenho para vencer – e quais não tenho. Isso me dá uma boa medida do esforço necessário para realizar o desafio.

Em um cenário no qual carreiras, estudos, relacionamentos e sonhos podem ter sido despedaçados (assim como vidas de pessoas próximas, queridas ou conhecidas), os quase três meses da pandemia entre nós foram um exercício cotidiano dos cinco estágios emocionais do luto, de Elisabeth Kubler-Ross: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação.

Agora é a hora de recomeçar, juntar os cacos, refazer algo e deixá-lo ainda melhor, ressaltando os pontos positivos (foco na abundância) e não nos pontos negativos (a escassez). Sobretudo acreditando que, seja lá o que for feito, ela representa uma parte da solução, a outra depende de outras conexões que não podemos controlar, no final vai dar tudo certo. Só será diferente!

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